Procurei escrupulosamente não rir, não chorar, nem detestar as ações humanas, mas entendê-las. Assim, não encarei os afetos humanos, como são o amor, o ódio, a ira, a inveja, a glória, a misericórdia e as restantes comoções do ânimo, como vícios da natureza humana, mas como propriedades que lhe pertencem […] embora sejam incômodos, são contudo necessários e têm causas certas mediante as quais tentamos entender sua natureza”

– Espinosa, Tratado Político, cap 1, §1

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Rafael Trindade

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