Filósofos Essenciais

Como escolhemos um filósofo essencial? Nós não escolhemos, mas somos escolhidos! O pensamento destes escolhidos nos alcança não sem um pouco de violência, nos toma e coloca-se imediatamente em evidência: faz passar o mundo diferentemente. Quando percebemos, já não somos os mesmos. Aqui estão os filósofos que, como diz Nietzsche, nos incitam a pegar a flecha e atirá-la mais longe! O que seria destas ideias se fossem condenadas a ficarem presas aos seus livros? Queremos dar novos ares a velhos pensamentos.

Friedrich Nietzsche

(1844-1900)

Michel Foucault

(1926-1984)

Gilles Deleuze

(1925-1992)

Bento de Espinosa

(1632-1677)

Outros Filósofos

Não seguimos ídolos. É impossível concordar com tudo que um filósofo diz, nós sequer desejamos isso. Nós buscamos mais do que ser um rebanho. Seguimos Zaratustra ao dizer “não me siga” e também não queremos que nos tomem por gurus. Compor é que é interessante. Articular os pensamentos pela diferença. Criar a partir da heterogeneidade! Aí está a verdadeira possibilidade de se tornar autêntico. Muitas vezes, o outro tem mais valor que o mesmo, ele é o elemento diferencial da equação. Aqui estão os filósofos que nos fazem variar.

Albert Camus

(1913-1956)

Diógenes de Sínope

(412-323 a.c.)

Epicuro de Samos

(341-270 a.c.)

Antonio Negri

(1933-)

Max Stirner

(1806-1856)