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Quem foi?

Paul-Michel Foucault (1926 – 1984) é um dos filósofos franceses mais importantes do século XX. Inicialmente se interessando por psicologia existencial, Foucault escreve a “História da Loucura”. Mas seu pensamento o leva pelo caminho da crítica das estruturas do pensamento ocidental. Ao mesmo tempo obcecado por arquivos e viajando o mundo inteiro, Foucault desenvolveu um espírito crítico e questionador de seu tempo. Convidado para lecionar no Collège de France (ambiente acadêmico respeitadíssimo), ele funda a cadeira “História dos Sistemas de Pensamento”, onde anualmente apresentava os frutos de suas pesquisas e reflexões. Devido a complicações de saúde (o filósofo era soro positivo), Foucault morreu precocemente em 1984.

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O trabalho do pensamento não consiste em denunciar o mal que habitaria secretamente tudo o que existe, mas pressentir o perigo que ameaça em tudo o que é habitual, de tornar problemático tudo o que é sólido” – Foucault, Ditos e Escritos IV

Ideias principais

O pensamento de Foucault segue uma linha crítica, extemporânea e cética. Sua ideia é questionar as verdades que se dizem universais e mostrar como todo pensamento está submetido ao seu tempo e espaço. Foucault trabalha para mostrar como a universalidade do homem é falsa, e criada através de mecanismos de poder que se afirmam cotidianamente em nossos corpos. Apenas a partir destas reflexões, nós poderíamos pensar uma outra subjetividade que estabelecesse o cuidado de si e do outro como eixo principal das nossas ações.

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