Tanto Espinosa quanto Skinner, um na filosofia e outro na clínica, se dedicaram ao florescimento da vida humana, e refletiram sobre a alegria e a liberdade. Mas como definir a melhor alegria? E o que é realmente a liberdade? A Alegria, para Espinosa seria uma aumento, uma transição do grau de potência para um estado superior. A liberdade é então a capacidade de apropriar-se ativamente das alegrias, ser a causa delas. Já para Skinner a alegria é uma sensação, que nasce de determinadas relações entre um organismo e o mundo que o rodeia. A definição de liberdade estaria intimamente inserida nas contingências que definem as interações. Os dois pensadores ensinam uma única e mesma coisa: para tornar-se livre e alegre é preciso interagir com a realidade, entrar em relação direta com ela, em suma, “aprender mudando o mundo”