Epicuro nasceu em 341 a.C. em Samos. O filósofo grego ficou conhecido como um dos grandes representantes da época helênica, juntamente com os estoicos. Por se tratar de um filósofo hedonista, foi muitas vezes caluniado pela filosofia de influências platônicas e cristãs. Epicuro teve grande preocupação com a questão do prazer e isso gerou uma série de mal entendidos. Por isso criamos esta série onde tratamos de desmistificar os quatro remédios epicuristas para evitar a dor e viver bem.

O filósofo do jardim, como ficou conhecido, teve os mais variados tipo de seguidores; isto porque Epicuro não se preocupava com a classe social, com a origem, nem com nenhum outro fator para compartilhar seus ensinamentos. Em seu jardim todos podiam entrar e procurar o caminho para o prazer e a felicidade.

A proposta hedonista é direta e simples, realista e prática. Os dois primeiros “remédios”, se referem ao intelecto e têm efeito imediato, pois desfazem todas as superstições e medos irracionais que causam angústia nos homens, a saber, a morte e a cólera dos deuses. Os dois últimos remédios são éticos e tratam de um modo de vida com caráter preventivos para a dor e obtenção do prazer.

Eis o tretrapharmakon (quádruplo remédio):

  1. Os deuses indolentes
  2. A morte da morte
  3. O bom uso da dor
  4. É possível obter prazer

Para ilustrar nossa série, utilizamos o quadro “Jardim das Delícias” de Bosch

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